terça-feira, 2 de agosto de 2011

Dicas Do Que Assistir (Mais Pra Mim Do Que Pros Outros)

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12:45
   Meus dias tão sendo corridos ultimamente. Serviço numa confusão só, e tô estudando para um concurso público. Quase não tenho tempo de postar aqui, o que me entristece. Por isso, eis-me aqui a dar as caras novamente.
   Nas minhas preciosas uma hora e meia de intervalo, não as utilizo em passeios estúpidos pelo Centro de PoA. Não curto olhar para a cara escrota dos outros, então me refugio em minha sala mesmo. Fiz um estoque de miojo e sopas de caneca, assim almoço e estudo em minha apostila. Confessar que é meio difícil entender cada lei e ainda mastigar direito, mas gosto assim. O que não entendo vou perguntando pro Guri, pessoa a que sempre recorro em todos os momentos. Além de ele me explicar super bem, nem me cobra nada!
   Mas enfim, não estudo o intervalo todo. Os últimos 30 min. eu dedico a relaxar. Assisto a alguma série curtinha, ou algum episódio de anime que consiga encontrar. Uma das minhas séries preferidas, como muitos bem sabem, é Os Normais. Gosto de todas as três temporadas, mas ultimamente tenho assistido aos episódios da terceira. Gargalhadas certeiras.
   Aqui vai um episódio que indico muito para quem tá afim de rir bastante. E é bem curtinho, vinte e poucos minutos.

  
Parte 1



Parte 2


FinaR
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Hoje Eu Tô Afim De...

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11:31

   Pras taradas de plantão, eu não me referia ao Dean (really?), mas ao carro dele. u.u
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terça-feira, 12 de julho de 2011

Eu Queria Ter Estado Lá.

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14:14
   Quem me conhece sabe bem o quanto gosto da Superguidis. Recentemente, em junho passado, os guris anunciaram o seu término. Uma grande perda pro cenário indie brasileiro, em minha humilde opinião. Entristeci-me a mais não poder, chorei, neguei que isso fosse verdade. E a propósito, continuo me negando a acreditar que esse rompimento seja definitivo. Mas não é o que vem ao caso aqui. Achei vídeos que são verdadeiros tesouros. A banda gravou um acústico em 2009, e quando vi a primeira vez a apresentação de "Mais Do Que Isso" apaixonei. Ficou perfeita. Aliás, como tudo que saiu musicalmente desses guris.


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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Hoje É Dia D... Foo Fighters!!

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16:50
   Pelo vídeo supimpa da música "Walk", que tive o prazer de assistir hoje. Genial mesmo!

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terça-feira, 31 de maio de 2011

Extração De Berne Em Duas Maneiras

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15:53
   Hoje estou afim de começar uma seção nojenta no blog, mas como fazer isso sem perder o bom humor? Eis então a resposta!
   Aqui temos duas maneiras para se extrair berne, aquelas simpáticas larvinhas que as moscas varejeiras colocam... que podemos encontrar não só em alimentos como em partes do corpo humano. =G
    Bom, sem mais delongas, eis a maneira nº 1:



    Agora, um jeito mais bacanudo e engraçado:



    Bem mais divertido seguirmos a dica nº 2, não é mesmo?! Kuakuakuakuakuakua
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Um Pouco Sobre Mim - Literatura

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15:06
   Nossa, que estranho estar escrevendo sobre minha pessoa. Mas como o assunto remete aos livros que venho lendo desde os cinco anos, sinto-me um pouco mais segura. A maioria das crianças aprende a ler na escola, juntando B+A = BA, por exemplo. Não sei por que comigo foi diferente, seria pelo fato de eu ter sido amamentada até os quatro anos de idade (dizia-se por aí que o leite materno aguçava a inteligência da criança, assim como o café...)? Difícil de saber, só sei que aconteceu de forma diferente comigo.
   Lembro-me muito bem até hoje de como aconteceu: estava quietinha, sentada no sofá, um grande dicionário na mão. Gostava de rabiscar e desenhar nele (ah, eu era criança!). Abrindo a esmo, chego na página do "V", e finjo entender tudo que está escrito. Gostava de brincar assim. Então, sei lá como aconteceu, tentei juntar as letras da palavra "VASO". Gaguejando um pouco, consegui! Tá, não exatamente, saiu "VAÇO". Eu não sabia que "S" podia ter som de "Z". Desse momento em diante a minha vida mudou drasticamente. Começando pela escola...
   Como menos de um mês depois consegui escrever também, logo minha mãe achou que tava na hora de eu ir estudar. E fui, porém não foi na pré-escola que tomei gosto pela leitura. Mais tarde, na primeira série do ensino fundamental, descobri a mágica maravilhosa que os livros continham. A leitura me cativava tanto, que ganhei um livro da minha professora, intitulado "A Cama da Mamãe". Nos meus primeiros anos de leitora, era a literatura infantil de que mais gostava.
   Os anos foram passando, minha família mudou-se de Porto Alegre para Cachoeirinha. Eu, com toda a infelicidade que poderia reunir com essa droga de mudança, comecei a fuçar nos livros da minha mãe. Estava então com dez anos, nenhum amigo na nova cidade em que residia. O tédio era tanto que o primeiro livro que achei já fui lendo. Era Dom Casmurro, do Machado de Assis. O enredo a princípio muito me interessou, já estava mudando a idade dos livros nessa época. Li em seguida Memórias Póstumas de Brás Cubas e Quincas Borba, do mesmo autor. Obras horríveis, na minha opinião. Paradas, chatas. Em suma, tediosas. Foi então que descobri a famosa Série Vagalume, começando pel'O Mistério do Cinco Estrelas, do excelente Marcos Rey. Logo fui lendo todos os de autoria dele, um melhor que o outro. Descobri que tinha muito gosto por romances policiais, e apaixonei-me pela obra de Edgar Allan Poe. Um gênio, em minha humilde opinião. Ali temos uma combinação muito atraente entre crimes e o sobrenatural, bizarro. Realmente muito bom, autor que em breve terá um post ou mais só para ele.
   Com treze anos minha mãe apresentou-me Julio Verne, A Ilha Misteriosa. Apaixonei-me pela aventura, inteligência dos personagens. Dali em diante fui atrás de novos encontros, com outras obras dele. Não me arrependi, só acrescentei mais um excelente conteúdo literário à minha vida. Foi na época do Verne que conheci a excelente J.K. Rowling e seu mundo mágico de Harry Potter. Série de livros que me conquistou do prímeiro ao último. Logo mais descobri C.S. Lewis e suas Crônicas de Nárnia. Stephen King e suas obras sobrenaturais. Alvares de Azevedo apresentou-me a Segunda Geração do Romantismo, inspirado em Byron. E os anos foram passando... com dezessete anos conheci Nora Roberts. Autora que serviu como um "divisor de águas" em minha vida de leitora.
   Roberts era diferente de tudo que eu já havia lido, em muitos aspectos. Autora de grandes romances policiais, esta falava de amor, paixão, e de uma maneira tão envolvente... meu Saul vive dizendo que ela é uma versão moderna de romances estilo "Sabrina", "Julia". Não sei se ele faz isso puramente para me irritar, mas a verdade é que meu excelentíssimo tem certa razão. Conheci as maravilhosas Marian Keyes (não, eu não comecei por Melancia!), Helen Fielding e Sophie Kinsella... o que essas três têm em comum? Combinam com perfeição a comédia, o romance e situações dramáticas. Me conquistaram inteiramente.
   Aqui temos um pouco da minha infância e adolescência. Dentro da ficção, fantasia, posso dizer sem sombra de dúvida, que fui muito feliz.
  
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Sinceramente

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10:01
   Eu gostaria de ser como a minha mãe. Hoje de manhã, na hora do café, estávamos conversando sobre sonhos. Ela tem a sorte de não se lembrar do que vive mentalmente à noite. Como queria ser como ela. Não sinto nem vontade de dormir.
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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Música do Dia

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14:40
   Cara, a primeira vez que eu ouvi essa Summer Romance, APAIXONEI!! É, mais ainda do que já sou. Claro, continuo amando a versão original (do S.C.I.E.N.C.E), mas acústicos, quando estes são bem feitos, deixam lindas até as músicas de que menos gostamos. Aqui caberia um bom exemplo, porém já é assunto para outro post.


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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Só Não Fazer

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17:49
   Tem gente que me acha antipática, fechada. Talvez tenha razão, não tenho motivo para distribuir sorrisos por aí. Só que tem uma coisa, não sou assim sempre. Todos têm seus dias de sorrisos, e os meus geralmente surgem quando vejo algo cativante. Aqui poderia citar principalmente animais e... bebês. Sim, sou louca por eles, ontem mesmo vi um bebezinho que me apaixonei, queria até levar para casa, se pudesse. Quando os vejo sempre penso em como seria me tornar mãe, se daria conta do recado, faria bem meu papel. Fico somente nos pensamentos, claro, nos meus vinte anos de existência me vejo ainda jovem demais para realizar tal proeza. E é com esta última frase que entro no assunto que quero abordar: pais e filhos.
   O que me motiva a escrever sobre o tema é o fato de ver coisas no meu cotidiano, presenciar cenas que me irritam muito além da "raiva normal" que sinto. Quantas vezes, não somente eu, como qualquer um de vocês teve a infelicidade de presenciar uma cena em que os pais maltratam os filhos no meio da rua, de multidões? Ou os pais que simplesmente fingem não ter filhos e os deixam correr soltos por onde bem entendem? Entre a semana passada e esta, tive o que podemos chamar de "a gota d'água".
   Estava eu, muito apressada, andando pelo Centro de Porto Alegre quando me deparo com um casal muito apaixonado, a moça ocasionalmente dava uma olhadela por trás de si e logo voltava aos abraços e amassos com seu parceiro (hoje em dia a gente nem sabe mais do que chamar: namorado, parceiro, amigo, o que seja...). Quando chego mais perto deles posso ver um garotinho, que devia ter nem três anos, se virando com um copo grande de milk shake, andando todo desengonçado atrás da mãe, que não lhe prestava a menor atenção. Não sei o que me irritou mais, se o fato da mulher deixar seu filho pequeno solto em um dos lugares mais movimentados, agitados e perigosos de nossa Capital, ou se a falta de noção em largar um copo de milk shake na mão da criança. Açúcar puro e nem preciso comentar do tempo frio, os gaúchos sabem. Anteontem, enquanto esperava meu namorado no terminal de ônibus, presenciei uma MÃE fumando em cima do seu filho. Bah, já detesto cigarro, e gente fumando perto de mim, o que dizer dessa mulher. Isso sem contar os pais que arrastam os filhos nas ruas, batendo neles e fazendo escândalo. Gente, vocês acreditam que as pessoas continuam fazendo filhos?
   Poxa, com todos os métodos de prevenção que temos à nossa disposição (e temos mesmo, pois fiz visitas a todos os postos da minha cidade para comprovar esta afirmativa), as palestras que recebemos gratuitamente em muitas instituições, escolas, em sua maioria, nada é suficiente para que se entenda que fazer filho não é brincadeira. Têm mães que dão à luz seus bebês e logo em seguida os joga no lixo. Com tantos casais que sonham em ter filhos e não conseguem, os motivos só Deus sabe, e os pais fazem atrocidades com os seus. Recentemente vimos em todos os jornais sobre o último caso de uma mulher que colocou seu filho fora. Como se fosse uma porcaria que ela não quisesse ou gostasse. Quanta tristeza e indignação sinto por isso. Interrogada pela polícia, a mãe alegou não querer mais um filho. A justiça dos mortais de nada vale, ela, como tantas outras pessoas, terá de prestar contas ao Cara Lá De Cima. E acredito que somente assim será feita a devida justiça.
   Sei que infelizmente essa situação pouco ou nada mudará, e as leis de nosso país contribuem muito para tal, porém digo a todos os que levam suas vidas levianamente: Se não querem filhos, basta não fazê-los. E caso isso venha a acontecer, dêem para a adoção. Farão a vida de inúmeros casais muito mais feliz. Não destruam a vida de um serzinho inocente.
  
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Além De Pagar Peitinho...

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16:59
   A Susana Vieira também é drogada. Ou esclerosada, depende do ponto de vista.


 

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Minha Favorita Dos Strokes É...

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16:35

   Foi com o Julian que aprendi a ter cabelo sujo. Essa música é mais que demais.
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