quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Não! Apenas uma propaganda genial da Honda estrelando o Matthew Broderick e inspirada no filme que provavelmente foi o único que valeu de fato a pena fazer na sua carreira de ator. Vai dizer que não ficou tri bacanuda?
Kuakuakuakuakua
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Excelente cordel, tirei o chapéu para o escritor.
BIG BROTHER BRASIL UM PROGRAMA IMBECIL.
Autor: Antonio Barreto, Cordelista natural de Santa Bárbara-BA, residente em Salvador.
Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.
Há muito tempo não vejo
Um programa tão 'fuleiro'
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.
Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, 'zé-ninguém'
Um escravo da ilusão.
Em frente à televisão
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme 'armadilha'.
Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.
O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.
Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.
Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.
Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Da muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.
Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério - não banal.
Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.
A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os "heróis" protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.
Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.
Talvez haja objetivo
"professor", Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.
Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.
É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos "belos" na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.
Se a intenção da Globo
É de nos "emburrecer"
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.
A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.
E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.
E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.
E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.
A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.
Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.
Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?
Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal.
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal.
FIM
Autor: Antonio Barreto, Cordelista natural de Santa Bárbara-BA, residente em Salvador.
Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.
Há muito tempo não vejo
Um programa tão 'fuleiro'
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.
Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, 'zé-ninguém'
Um escravo da ilusão.
Em frente à televisão
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme 'armadilha'.
Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.
O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.
Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.
Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.
Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.
Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Da muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.
Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério - não banal.
Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.
A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.
Os "heróis" protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.
Não se vê força poética
Nem projeto educativo.
Um mar de vulgaridade
Já tornou-se imperativo.
O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.
Talvez haja objetivo
"professor", Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.
Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.
É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos "belos" na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.
Se a intenção da Globo
É de nos "emburrecer"
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.
A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.
E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.
Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.
E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.
E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.
A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.
Chega de vulgaridade
E apelo sexual.
Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.
Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.
Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?
Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal.
Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal.
FIM
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Qualé, povo fedorento! Haha, não me levem à mal, é que com esse calorão não há banho que aguente. Depois de uma semana eletrizante (tomei vários choques na cabeça por causa das minhas loucuras), venho hoje dar o ar da graça por aqui. Só espero que ela não se chateie comigo, acabei esquecendo de pedir emprestado.
Hoje tava querendo muito ver Chapolin, principalmente o episódio do Racha Cuca. Só pela parte de ir pra Disneylandia com o Polegar Vermelho, meu sonho, e na hora em que o quadro é baleado, haha. Porém, vou postar algo que nada tem a ver com esse episódio, só quis mencioná-lo porque sempre me fez rir muito.
Achei um vídeo em que o autor selecionou, em ordem de importância, as 20 melhores falas do Chaves. Não é que ficou engraçado? Tirando os ocasionais erros de portuga (como "cassoa"), curti bastante. Não concordo com as posições, por mim a 13ª teria ganho o primeiro lugar, que por sinal foi um dos mais sem graça de todos.
Agora, sem mais delongas, eis a vídeo-lista:
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terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Sempre desconfiei do dinossauro roxo e barrigudo, haha.
A Senhora Thompson beijou seus dois filhos, Jenny e Robby, e os colocou em frente à televisão. Seus olhos ficaram maravilhados com a imagem do querido amigo dos últimos meses. Senhora Thompson sorriu ao ver as carinhas cativantes das ciranças e foi à cozinha fazer o jantar. Antes de preparar os vegetais, ela espiou a sala e olhou o aquele dinossauro grande e roxo rolar pela tela.
"Estúpido réptil gordo", ela murmurava e voltou para o jantar.
Se Jenny e Robby ficaram chateados com seu comentário, não demonstraram nenhuma reação.
Em vez disso, escutaram e assistiram com atenção Barney, o Dinossauro, que estava sendo transmitido ao vivo para toda a nação. O local da gravação estava repleta de milhares de crianças com os olhos arregalados e atenciosos, a câmera deu um "close" no dinossauro roxo. O dinossauro verde, conhecido como Baby Bop, roubou um beijinho de uma criança da platéia. Finalmente, depois de uma dança e música sobre "dividir", Barney subiu e falou com a mesma voz melosa de sempre:
"Olá, todos os meus amigos! Estou tão feliz que você pôde estar aqui assistindo meu show. Eu já dise que te amo muito?"
As crianças ao redor do mundo responderam simultaneamente, "Eu também te amo Barney!"
O dinossauro que ria, por um momento pareceu ficar envergonhado. "O amor é uma coisa tão maravilhosa. Especialmente o amor que eu e você dividimos. Eu quero saber o quanto especial você me considera como amigo. Aliás, você é meu amigo?"
As repostas foram altas e trovejantes, aumentando pelo local da gravação e se espalhando por toda a nação.
"SSIIIIIIIMMMMM!!!!!!"
"Então, isso é maravilhoso!! Mas querem saber de uma coisa crianças? Eu tenho uma coisa muito MUITO triste para dizer a vocês". Ele suspirou e deixou seus imensos olhos mortos rolarem pelo chão. Com um tom fúnebre e sério, disse: "Nem todos são amigos de Barney... algumas pessoas nem mesmo querem que eu seja seu amigo"
Choros e protesto começaram a vir, a bagunça era iminente.
A besta Roxa aquietou a fúria levantando a mão, e continuou:
"Há pessoas que não querem que eu ame você, e lhe tiram de perto de mim. Estas pessoas são muito más e querem machucar seu querido amigo Barney. Algumas pessoas podem ser muito próximas a você. Sabe por quê?"
A audiência estava quieta, silenciosa e ansiosa aguardando a resposta. Um silêncio profano caiu sobre a multidão. Até mesmo alguns adultos começaram a se sentir isolados, melancólicos... indesejados.
"Nenhum deles, nenhum MESMO, ama vocês mais do que eu amo. Eu sou seu único amigo no mundo. Eu realmente amo você, amo de verdade! Mas essas pessoas más não! Algumas podem ser seus vizinhos. Algumas podem ser seus professores. Algumas podem ser..."
"Quem Barney, quem?!?!", as crianças ficaram chocadas.
"... Algumas podem ser seus pais!"
Imediatamente as crianças começaram a gritar e a chorar, os dentes rangiam em fúria. Os seguranças que tentaram conter as crianças atrás das linhas, lutaram sem sucesso, e o mar de crianças de olhos esbugalhados investiu-se contra eles. Alguns guardas saíram correndo pela rua. Outros tentaram empurrar os mais jovens para trás, mas estes eram pisoteados e massacrados por membros raivosos.
Os choros eram horríveis.
Um dos guardas, que estava ao mesmo tempo sendo esmagado e desmembrado pela horda de "mindless", trancou o set de filmagem. O dinossauro roxo e o verde estavaa rindo e dançando diabolicamente acima da plataforma que agora estava suja com sangue e roupas rasgadas. Nas próximas palavras vieram trevas e os guardas estavam perdidos para sempre, contra a torrente violenta e demoníaca que viria...
"Eu amo você, você me ama...
Sua família, deixe-me possuir...
Com uma faca ou uma arma, sinta-se livre para fugir...Você não sabe o que significa para mim..."
Senhora Thompson terminou de lavar seus vegetais e percebeu que não ouvia aqueles risos das crianças, típicos de quando estavam assistindo ao estúpido dinossauro. Ela foi até a sala e percebeu que elas não estavam mais lá, e a TV estava com tela completamente preta e um aviso de controle parental.
"Jenny? Robby? Onde vocês estão?"
Talvez elas tenham ido para fora, ela pensou. Voltou a cozinha e olhou para a bancada. Suas afiadas facas de aço haviam sumido. "Mas estavam aqui a alguns segundos atrás". Então, como um flash de aço cortado entre as pernas e outro um pouco acima da cintura, ela ouviu uma risadinha abafada e um vislumbre de púrpura e verde com o canto do olho. Ela caiu em uma pilha de suas vísceras e sangue, sua vida se infiltrando no assoalho. Enquanto o mundo ia para um cinza desbotado e sem vida, ela ouviu uma música conhecida cantada por duas vozes familiares...
"Eu amo você, você me ama,
Deixe que eu me junte ao Lord Barney...
Com um grande beijo e abraço apertados...
Vamos começar a punição aos adultos."
Senhora Thompson parou de respirar.
"Ele NÃO é um estúpido réptil gordo!"
Continue reading →
"Estúpido réptil gordo", ela murmurava e voltou para o jantar.
Se Jenny e Robby ficaram chateados com seu comentário, não demonstraram nenhuma reação.
Em vez disso, escutaram e assistiram com atenção Barney, o Dinossauro, que estava sendo transmitido ao vivo para toda a nação. O local da gravação estava repleta de milhares de crianças com os olhos arregalados e atenciosos, a câmera deu um "close" no dinossauro roxo. O dinossauro verde, conhecido como Baby Bop, roubou um beijinho de uma criança da platéia. Finalmente, depois de uma dança e música sobre "dividir", Barney subiu e falou com a mesma voz melosa de sempre:
"Olá, todos os meus amigos! Estou tão feliz que você pôde estar aqui assistindo meu show. Eu já dise que te amo muito?"
As crianças ao redor do mundo responderam simultaneamente, "Eu também te amo Barney!"
O dinossauro que ria, por um momento pareceu ficar envergonhado. "O amor é uma coisa tão maravilhosa. Especialmente o amor que eu e você dividimos. Eu quero saber o quanto especial você me considera como amigo. Aliás, você é meu amigo?"
As repostas foram altas e trovejantes, aumentando pelo local da gravação e se espalhando por toda a nação.
"SSIIIIIIIMMMMM!!!!!!"
"Então, isso é maravilhoso!! Mas querem saber de uma coisa crianças? Eu tenho uma coisa muito MUITO triste para dizer a vocês". Ele suspirou e deixou seus imensos olhos mortos rolarem pelo chão. Com um tom fúnebre e sério, disse: "Nem todos são amigos de Barney... algumas pessoas nem mesmo querem que eu seja seu amigo"
Choros e protesto começaram a vir, a bagunça era iminente.
A besta Roxa aquietou a fúria levantando a mão, e continuou:
"Há pessoas que não querem que eu ame você, e lhe tiram de perto de mim. Estas pessoas são muito más e querem machucar seu querido amigo Barney. Algumas pessoas podem ser muito próximas a você. Sabe por quê?"
A audiência estava quieta, silenciosa e ansiosa aguardando a resposta. Um silêncio profano caiu sobre a multidão. Até mesmo alguns adultos começaram a se sentir isolados, melancólicos... indesejados.
"Nenhum deles, nenhum MESMO, ama vocês mais do que eu amo. Eu sou seu único amigo no mundo. Eu realmente amo você, amo de verdade! Mas essas pessoas más não! Algumas podem ser seus vizinhos. Algumas podem ser seus professores. Algumas podem ser..."
"Quem Barney, quem?!?!", as crianças ficaram chocadas.
"... Algumas podem ser seus pais!"
Imediatamente as crianças começaram a gritar e a chorar, os dentes rangiam em fúria. Os seguranças que tentaram conter as crianças atrás das linhas, lutaram sem sucesso, e o mar de crianças de olhos esbugalhados investiu-se contra eles. Alguns guardas saíram correndo pela rua. Outros tentaram empurrar os mais jovens para trás, mas estes eram pisoteados e massacrados por membros raivosos.
Os choros eram horríveis.
Um dos guardas, que estava ao mesmo tempo sendo esmagado e desmembrado pela horda de "mindless", trancou o set de filmagem. O dinossauro roxo e o verde estavaa rindo e dançando diabolicamente acima da plataforma que agora estava suja com sangue e roupas rasgadas. Nas próximas palavras vieram trevas e os guardas estavam perdidos para sempre, contra a torrente violenta e demoníaca que viria...
"Eu amo você, você me ama...
Sua família, deixe-me possuir...
Com uma faca ou uma arma, sinta-se livre para fugir...Você não sabe o que significa para mim..."
Senhora Thompson terminou de lavar seus vegetais e percebeu que não ouvia aqueles risos das crianças, típicos de quando estavam assistindo ao estúpido dinossauro. Ela foi até a sala e percebeu que elas não estavam mais lá, e a TV estava com tela completamente preta e um aviso de controle parental.
"Jenny? Robby? Onde vocês estão?"
Talvez elas tenham ido para fora, ela pensou. Voltou a cozinha e olhou para a bancada. Suas afiadas facas de aço haviam sumido. "Mas estavam aqui a alguns segundos atrás". Então, como um flash de aço cortado entre as pernas e outro um pouco acima da cintura, ela ouviu uma risadinha abafada e um vislumbre de púrpura e verde com o canto do olho. Ela caiu em uma pilha de suas vísceras e sangue, sua vida se infiltrando no assoalho. Enquanto o mundo ia para um cinza desbotado e sem vida, ela ouviu uma música conhecida cantada por duas vozes familiares...
"Eu amo você, você me ama,
Deixe que eu me junte ao Lord Barney...
Com um grande beijo e abraço apertados...
Vamos começar a punição aos adultos."
Senhora Thompson parou de respirar.
"Ele NÃO é um estúpido réptil gordo!"
Não tenho o hábito de postar babaquices como os assuntos referentes a essa brincadeira que julgo tão estúpida e sem sentido. Porém, curti a estória que apresentarei a vocês. Encontrada em sites de terror, marcada como uma das famosas Creepypastas que tanto agradam adolescentes desmiolados (sim, sou uma adulta desmiolada e algumas são legais, e daí?
Em uma noite iluminada por uma lua minguante num céu sem estrelas, quatro jovens resolvem fazer o famoso "jogo do copo".
Reúnem-se na casa do mais velho, o líder da turma. Depois de uma oração em tom de brincadeira, começa a sessão de perguntas para o pseudo-espírito na mesa.
- Qual o seu nome? Pergunta uma das meninas da turma.
O copo se move para as letras formando a palavra P-A-L-H-A-Ç-O. Todos ficam assustados com o movimento, mas acham estranho que tenha se formado essa combinação. Exceto o líder da turma, que solta uma gargalhada quando a palavra é formada.
- O que você quer? Pergunta o segundo jovem: P - U - M. É a palavra que aparece no tabuleiro. O jovem líder cai na gargalhada, solta o copo e sai de perto do tabuleiro:
- Essa brincadeira é cretina, estúpida. Fui eu quem fez o copo se mexer. Viram como isso não funciona?
- Cuidado. Não fique brincando com essas coisas. Você pode ser castigado - Retruca a pequena jovem.
Todos vão embora da casa do rapaz, indignados com a brincadeira sem graça do amigo. Como já era tarde, ele se prepara para dormir. Entra em seu quarto, deita em sua cama e começa uma oração. No meio de sua prece, ele sente uma dor muito forte no peito. Seu pijama azul tem uma mancha escura e que vai aumentando. O jovem coloca a mão na boca para conter um grito, mas percebe que sua boca também está sangrando. Seu nariz pinga mais sangue ainda, marcando o chão com poças avermelhadas.
Desesperado, ele vai ao quarto de seus pais e os encontram enforcados, pendurados no lustre sobre a cama, movimentando seus braços em busca do corpo do rapaz. Os gritos e palavras mórbidas ecoam por toda a casa:
- Maldito. Por que você fez isso?
O jovem corre para fora de casa e bate na porta da casa de seus amigos. Ninguém atende. Seus gritos misturados com suas lágrimas pintam seu rosto de vermelho.
Cansado de gritar, ele fica em silêncio, mas ouve algumas gargalhadas. Tentando descobrir de onde vem as vozes, ele corre em direção ao som, e percebe que saem da garagem de sua própria casa.
Ao abrir a porta, ele se depara com uma cena macabra: Seus três amigos, sentados no chão, fazendo o jogo do copo. As gargalhadas eram assustadores, como crianças que se divertem com um brinquedo novo. Chegando mais perto, o jovem percebe que o copo se movia sozinho, sem nenhum dedo no tabuleiro. O copo fazia movimentos repetitivos para as palavras P-A-L-H-A-Ç-O. Movimentos cada vez mais rápidos formavam a palavra P-A-L-H-A-Ç-O, P-A-L-H-A-Ç-O, P-A-L-H-A-Ç-O, até que o copo explode.
Assustado, suado e com muito medo, o jovem acorda. Sim, foi um sonho. Ele olha a sua volta e não há sangue. O silêncio reina pela casa. Mais calmo, ele vai até o banheiro, onde tem uma surpresa ao se olhar no espelho: Seus olhos e sua boca, vermelhos de sangue, formam uma pintura de palhaço. Mesmo jogando água em sua face, a mancha não sai. Em um ato de desespero, o rapaz corre para o quarto dos pais. Quando ele abre a porta, encontra seu pai de pé, em frente à porta com uma arma na mão. Antes que ele pudesse pronunciar qualquer palavra, um único som toma conta de toda a casa: P-U-M.
No dia seguinte, todos os seus amigos vão ao velório de seu colega: O jovem palhaço que morreu com um tiro na cabeça.
Reúnem-se na casa do mais velho, o líder da turma. Depois de uma oração em tom de brincadeira, começa a sessão de perguntas para o pseudo-espírito na mesa.
- Qual o seu nome? Pergunta uma das meninas da turma.
O copo se move para as letras formando a palavra P-A-L-H-A-Ç-O. Todos ficam assustados com o movimento, mas acham estranho que tenha se formado essa combinação. Exceto o líder da turma, que solta uma gargalhada quando a palavra é formada.
- O que você quer? Pergunta o segundo jovem: P - U - M. É a palavra que aparece no tabuleiro. O jovem líder cai na gargalhada, solta o copo e sai de perto do tabuleiro:
- Essa brincadeira é cretina, estúpida. Fui eu quem fez o copo se mexer. Viram como isso não funciona?
- Cuidado. Não fique brincando com essas coisas. Você pode ser castigado - Retruca a pequena jovem.
Todos vão embora da casa do rapaz, indignados com a brincadeira sem graça do amigo. Como já era tarde, ele se prepara para dormir. Entra em seu quarto, deita em sua cama e começa uma oração. No meio de sua prece, ele sente uma dor muito forte no peito. Seu pijama azul tem uma mancha escura e que vai aumentando. O jovem coloca a mão na boca para conter um grito, mas percebe que sua boca também está sangrando. Seu nariz pinga mais sangue ainda, marcando o chão com poças avermelhadas.
Desesperado, ele vai ao quarto de seus pais e os encontram enforcados, pendurados no lustre sobre a cama, movimentando seus braços em busca do corpo do rapaz. Os gritos e palavras mórbidas ecoam por toda a casa:
- Maldito. Por que você fez isso?
O jovem corre para fora de casa e bate na porta da casa de seus amigos. Ninguém atende. Seus gritos misturados com suas lágrimas pintam seu rosto de vermelho.
Cansado de gritar, ele fica em silêncio, mas ouve algumas gargalhadas. Tentando descobrir de onde vem as vozes, ele corre em direção ao som, e percebe que saem da garagem de sua própria casa.
Ao abrir a porta, ele se depara com uma cena macabra: Seus três amigos, sentados no chão, fazendo o jogo do copo. As gargalhadas eram assustadores, como crianças que se divertem com um brinquedo novo. Chegando mais perto, o jovem percebe que o copo se movia sozinho, sem nenhum dedo no tabuleiro. O copo fazia movimentos repetitivos para as palavras P-A-L-H-A-Ç-O. Movimentos cada vez mais rápidos formavam a palavra P-A-L-H-A-Ç-O, P-A-L-H-A-Ç-O, P-A-L-H-A-Ç-O, até que o copo explode.
Assustado, suado e com muito medo, o jovem acorda. Sim, foi um sonho. Ele olha a sua volta e não há sangue. O silêncio reina pela casa. Mais calmo, ele vai até o banheiro, onde tem uma surpresa ao se olhar no espelho: Seus olhos e sua boca, vermelhos de sangue, formam uma pintura de palhaço. Mesmo jogando água em sua face, a mancha não sai. Em um ato de desespero, o rapaz corre para o quarto dos pais. Quando ele abre a porta, encontra seu pai de pé, em frente à porta com uma arma na mão. Antes que ele pudesse pronunciar qualquer palavra, um único som toma conta de toda a casa: P-U-M.
No dia seguinte, todos os seus amigos vão ao velório de seu colega: O jovem palhaço que morreu com um tiro na cabeça.
Moral da estória: brincar de jogo do copo é uma tremenda palhaçada mesmo, haha.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Eu já me amarrava antes (algo contra?), mas depois dessa versão gosto ainda mais. Dica do lindo do @SuperGuri!
Saca só o que os porquinhos falam: ''Not by the hair of my chiny-chin-chin.''. Alguém consegue entender isso? Haha.
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